Amigos Viajantes: Ilha de Páscoa

Quem nos dá as dicas dessa vez é nossa amiga Flávia, que mora no Rio de Janeiro e ama viajar para lugares incríveis! Ela conta um pouquinho sobre como foi sua experiência conhecendo um dos lugares mais místicos do planeta: a Ilha de Páscoa! No relato, Flávia fala sobre a história da ilha, dá dicas de passeios, hospedagem e restaurantes. Este é um post completo para você curtir e imaginar sua viagem para esse lugar fantástico! Vamos viajar nesta leitura super interessante?


Quando planejamos nosso casamento, sabíamos que a lua-de-mel ficaria para apenas quase seis meses à frente, devido à escala de férias do trabalho. Mas poucos meses antes, descobri que o casamento civil nos daria direito a uma semana de folga. Poderíamos ter uma mini lua-de-mel antes da oficial! Mas, pra onde ir?

Nós dois amamos viajar e queríamos um lugar inesquecível e que se encaixasse em uma viagem de apenas 7 dias. Começamos a pesquisar, pensar em alternativas, até que um recebi um email da TAM com uma promoção pra Ilha de Pascoa. Já tínhamos falado diversas vezes sobre o desejo de conhecer a ilha mística e por US$ 498,00 ida e volta não havia mais dúvidas de qual seria nosso destino.

Todo mundo sabe que a Ilha de Páscoa pertence ao Chile, mas poucos sabem que seu território já se encontra em outro continente: a Oceania. Outra curiosidade é que ela é um dos vértices de um arquipélago em formato de triangulo chamado Polinésia. Isso mesmo, o mesmo arquipélago onde ficam Havaí e Tahiti!

QUANDO VIAJAR PARA A ILHA DE PÁSCOA

Se você for buscar nos guias disponíveis vai ver que a maioria indica o verão (dezembro a março), mas os moradores da Ilha de Páscoa sugerem outono e primavera e, confesso, concordo. A realidade é que o clima lá é subtropical, mínimas de 28ºC no verão e 14ºC no inverno. Porém, uma coisa que ninguém conta é que pela proximidade do buraco da camada de ozônio (polo sul) e pela própria ausência de obstáculos naturais próximos, a radiação ultravioleta na ilha atinge no nível máximo conhecido pelo homem! Então vá preparado! O período em que ficamos lá uma frente fria atingiu a Ilha de Páscoa, perdemos um pouco a praia, mas foi ótimo para os passeios da família.

A VIAGEM

A primeira coisa que se deve saber é que a Ilha de Páscoa não é tão pertinho assim: são 4h40 do Rio de Janeiro até Santiago, lá em média mais três horas de espera e depois mais 6h até a ilha. A Lan não possui voos exclusivos para lá, todos tem como destino final Pappete, a capital do Tahiti. O bom disso é que a LAN usa aviões novos, enormes e super confortáveis para o trajeto.

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Uma curiosidade é que a Ilha de Páscoa foi uma rota de fuga dos ônibus espaciais americanos durante o programa espacial americano (existem lá algumas construções da NASA abandonadas). Por isso, os americanos construíram lá uma das maiores e mais seguras pistas de aterrisagem do mundo! É até engraçado, porque o aeroporto tem essa pista e uma casinha de madeira, pouco maior que uma casa de 3 quartos.

Chegar à Ilha de Pascoa é uma experiência: todo o avião desembarca (Isso mesmo, até quem vai para Pappete!) e são separados em duas filas, pois a imigração é feita ali. Quem fica na Ilha não precisa passar pela imigração mas precisa entrar em uma fila para pagar a taxa de conservação (no valor de US$ 50) sem a qual você não poderá entrar em várias partes da ilha. Você até pode passar a fila e pagar depois a taxa, mas ai o preço subirá para USD 60. Melhor pagar logo e só curtir depois.

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RECEPÇÃO E HOSPEDAGEM

Uma das coisas que descobrimos antes da viagem é que existem poucos hotéis na ilha e esses poucos são luxuosos e bem caros. Sério, ao ver o preço da hospedagem chegamos a cogitar desistir da viagem! Com o tempo e muita pesquisa descobrimos as peculiaridades da ilha. Para os mais despegados e aventureiros há alguns campings, cujos preços são bem baratos (em torno de US$ 20/dia), mas sinceramente senti dó daquele povo, porque faz muito frio e venta à noite (e olha que estávamos na primavera). Há também albergues e pousadas tipo “bed & breakfast”, mas nada que nos tenha conquistado. Há os hotéis de verdade, que parecem excelentes mas, como já disse, caros e por fim a opção intermediárias, onde ficam a maioria dos turistas: as cabanas.

As cabanas nada mais são que casas totalmente independentes, com quarto, cozinha, banheiro e uma área de lazer externa. Elas contam com toda infraestrutura que você vai precisar, possuem limpeza e arrumação diárias e contam com um escritório de administração que funciona como uma recepção de hotel, resolvendo qualquer problema, reservando passeios, etc.

Nossa escolha foi a Marae Premium Cabins e posso dizer que não podíamos tem escolhido melhor! (Veja outras opções de hospedagem na Ilha de Páscoa neste link)

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Eles foram nos receber no aeroporto com direito a colar Polinésio feito de flores naturais. Um charme! Chegamos depois de 23h e depois descobrimos que quem chega durante o dia já recebe esse tipo de presente ao descer do avião além de ser recebido por dançarinas que dançam a dança polinésia (conhecida por aqui como hula-hula). Outro ponto forte da nossa recepção foi que, descobriríamos depois, que quase nada abre após as 23h na ilha e, sabendo disso, eles nos providenciaram um lanche noturno e nos deixaram itens para o café da manhã, mesmo sem nenhuma refeição estar inclusa na hospedagem! Sabe aqueles detalhes que te conquistam?

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O PRIMEIRO CONTATO

Em uma viagem a Fernando de Noronha alguns anos antes, recebemos uma dica muito interessante: chegando lá contratem um tour de volta pela ilha logo no primeiro dia que vai te dar uma visão geral e depois você vê o que mais gostou e pode gastar mais tempo nisso. Essa, realmente, é uma dica preciosa se você for viajar para um lugar pequeno porque você otimiza muito os outros dias e já descarta de cara o que não acha tão legal assim.

Na Ilha de Páscoa usamos essa mesma tática e foi ótimo! Já na hora de nossa chegada pedimos para nossa administradora reservar o tour a ilha para o dia seguinte.

Existem apenas duas agências de turismo que monopolizam o trabalho na ilha, a Rapa Nui Travel e a Kia Koe. O preço é tabelado, US$ 80/dia com direito a almoço, e o serviço idêntico, então não há muito o que escolher.

No dia seguinte pontualmente às 8h a van estava lá para nos buscar. Fomos em um grupo de 10 pessoas, americanos, ingleses, alemães e um brasileiro. O passeio é excelente, e exatamente o que esperávamos. Passa pelos principais pontos da ilha (a exceção de Orongo) e da uma visão geral da ilha não só em termos turísticos como históricos, o que é muito maneiro! Nossa conclusão foi que voltaríamos em todos os pontos, porque tudo é indescritível e digno de voltar! Se acho que teria melhor termos ido sozinhos e economizado a grana? Não mesmo, uma coisa é ver um monte de moais caídos ou semi-enterrados, ou ainda uma pedra redonda ou desenhos rupestres, outra é entender o que são, porque estão lá, qual o sentimento da população em relação aquilo.

Bom não vou descrever os pontos turísticos nesse ponto porque, como disse, voltaremos a todos eles, só quero dizer que é um sensação incrível avistar aquele paredão de moais à beira-mar pela primeira vez.

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ALUGUEL DO CARRO

No dia seguinte resolvemos alugar o carro. Todos os carros são 4×4, pois apesar da maior parte da ilha ter pavimentação, há alguns lugares que o recurso é demandado. O preço não é dos mais baratos, cerca de US$ 60/dia, mas vale a comodidade e a liberdade que se adquire. As mesmas agências que fazem os passeios alugam os carros.

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UM POUQUINHO DE HISTÓRIA

A primeira coisa que se aprende ao chegar na Ilha de Páscoa é que ela não se chama Ilha de Páscoa, o nome original é Rapa Nui, é assim que seu povo a chama e é assim que era chamada antes da chegada dos chilenos em um Domingo de Páscoa em 1722. Pouco se sabe sobre o que aconteceu antes desse ano na ilha, tudo que direi aqui são tradições passadas de geração para geração na ilha, mas sem comprovação histórico-cientifica! Isso mesmo, esqueça tudo o que você leu sobre a ilha, quando os chilenos chegaram lá haviam menos de 100 moradores, todos vivendo isolados em cavernas fugindo de práticas canibais, subnutridos e delirantes, todos os moais estavam derrubados, todos os documentos haviam sido queimados, bem como todos os pertences das famílias que existiam no período anterior. Não havia também nenhuma árvore. A historia que se conta hoje foi passada por esses sobreviventes.

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A ilha de Pascoa é o ponto mais isolado da terra de outro ponto. Acredita-se que sete famílias originais que povoaram a ilha vieram da região de Fiji. Esses seis clãs passaram a viver harmonicamente dividindo a ilha em sete territórios. Tinham apenas em comum o rito de passagem da infância para a vida adulta dos meninos Rapa Nui, que para provar que poderiam ser valorosos guerreiros passavam pelo rito do homem pássaro.

Tudo caminhava bem, até que tiveram a idéia de construir os famosos Moais para homenagear o ancião de cada família após sua morte. O Moai, segundo a lenda, conservaria a alma do ancião que continuaria a olhar pela família. Porém, as famílias começaram a competir entre si pelo maior e mais belo Moai e cada vez mais os recursos humanos e naturais foram se direcionando a essa construção. (Para se ter ideia, hoje há quase mil Moais na ilha, alguns chegam a ter mais de 20 toneladas). Caules eram usados no transporte dos moais e com moais maiores, cada vez mais árvores eram necessárias, até que se acabou com todas. Sem árvores as chuvas escassearam, a pouca agricultura acabou. Resultado: começaram a passar fome e a paz entre as tribos acabou. Uma guerra civil se iniciou e, sem comida, começaram práticas canibalistas e as tribos vencidas eram comidas pelos vencedores. A população que já era pequena começou a diminuir e os que restavam refugiavam-se em cavernas e lugares remotos.  Começaram, então, a culpar os moais pela desgraça do povo e derrubaram todos os que existiam. Isso mesmo! Tudo o que você vê hoje foi recolocado em pé pelos conquistadores.

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Voltando à viagem….

Vamos agora para os pontos imperdíveis da Ilha!

  • Ahu Tongariki

Se você pensa na Ilha de Páscoa, esta é a imagem que aparece no seu subconsciente e é o ponto turístico mais famoso da ilha é um imenso paredão de Moais enormes (o maior dele tem mais de 20 toneladas). Eles foram derrubados na guerra civil e reerguidos por arqueólogos ingleses no inicio do século 20. Mas em 1960, após o terremoto de Valdivia, um grande tsunami, atingiu a ilha derrubando-os novamente. Só nos anos 1970 voltaram às posições originais.

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  • Rana Kau e Orongo

Rana Kau é o maior vulcão inativo da ilha (que possui quase 300!). Você pode chegar por trilha, de carro ou com passeio contratado. Fomos lá duas vezes usando as duas primeiras formas. A trilha é muito tranquila, uma subida de cerca de 1h sem nenhuma dificuldade. Para vocês terem ideia encontramos um casal de alemães com um filho de 4 anos! A trilha começa em um posto de visitantes logo atrás do aeroporto e é muito bem sinalizada com vários de descanso. Conseguimos uma carona da administradora de nossa cabana até lá, mas se não tivéssemos conseguido, a trilha seria acrescida de cerca de 20 minutos.

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Por que fazer a trilha se dá pra ir de carro? O passeio é muito bonito, é o ponto mais alto da ilha e conforme você vai subindo vai tendo uma visão quase que 360º da ilha e a hora que você chega lá em cima se depara com um horizonte que não é reto como estamos acostumados, mas semi-circular. É de tirar o fôlego…

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Lá em cima, independente de como você tenha chegado, você vai encontrar a cratera do vulcão, perfeitamente conservada, coberta de musgo e água da chuva.

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Após uns minutos de contemplação, você deve continuar subindo até o centro de visitantes onde se encontra a entrada para Orongo. IMPORTANTE: Ali você precisará apresentar o passaporte e o comprovante do pagamento da taxa que você pagou quando desembarcou na ilha.

Orongo é um parque arqueológico quase intacto onde encontra-se ainda em estado quase original a aldeia cerimonial onde acontecia o ritual do homem pássaro. É uma volta ao passado!

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  • Caverna Ana Kai Tangata

Uma caverna esculpida pelo mar, onde é possível ver fascinante pinturas rupestres.

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  • Ahu Tongariki

Sem dúvida o ponto mais impactante de toda ilha! É um paredão de Moais gigantescos posicionado a beira mar. Passamos por lá em todos os horários possíveis, mas sem dúvida o nascer do sol é de tirar o fôlego.

  • Pôr-do-sol no Aku Tahai

São um conjunto de Moais menores mas não menos importantes. Ficam próximos ao centro da vila sendo possível ir a pé. O sol se põe bem atrás deles promovendo um espetáculo. É interessante como próximo ao horário do por do sol os turistas começam a caminhar naquela direção e se acomodar do imenso gramado aguardando o espetáculo.

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  • Rano Raraku

Outro ponto turístico de tirar o fôlego. Olhando de longe é uma imensa montanha cravejada de cabeças e semi-corpos de moais. Chegando lá vc descobre que na verdade é um vulcão que abrigava a fábrica de moais. As estátuas que ali estão ou foram descartadas por não passarem  pelo controle de qualidade ou foram abandonadas pela impossibilidade de transporte após o desmatamento de todas as árvores ou ainda tiveram a confecção abandonada com a guerra. Ali se tem a noção exata do porquê a sociedade se destruiu: são centenas de moais. Imagine o esforço humano para construir tudo aquilo!

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Importante: ao contrário de um boato que surgiu meses atrás, não são todos o moais que têm corpo inteiro, os que se encontram em Rano Raraku estão semi enterrados aparecendo apenas a cabeça pela própria sedimentação do terreno. O governo da ilha já pensou em desenterrar aquelas estátuas, mas a população local se opôs alegando que os moais tal como estão ali são parte da história do povo.

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Em Rano Raraku há duas estátuas enigmáticas: o único moai sentado da ilha, que invés de olhar para o horizonte admira o céu e um moai com uma caravela desenhada nas costas que não se sabe se foi feita antes ou depois de 1722.

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Na parte de trás do paredão é possível acessar a cratera do vulcão, que hoje é um imenso lago e onde eram confeccionados os chapéus dos moais.

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Para entrar no parque também é necessário passaporte com o comprovante do pagamento da taxa. Não esqueça o protetor solar e o chapéu e leve água. Reserve metade de um dia pra conseguir ver tudo com calma.

  • A estação da Nasa

Você vai se sentir teletransportado para a ilha de Lost e sentir que encontrou a Dharma Station! Nada mais é que uma estação abandonada da Nasa, mas as fotos falam por si só.

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  • Ahu Akivi

Teoricamente os primeiros moais construídos na ilha e com uma peculiaridade são os únicos da ilha com os olhos voltados para o mar, isso fez com que arqueólogos concluíssem que essas sete estatuas representam os sete colonizadores. Por ali há também algumas cavernas mas as condições da estrada não nos permitiram ir até lá.

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  • Ahu Te Pito Kura

Não tenho nenhuma dúvida que a ilha é um dos centros energéticos do mundo, já estive em outros como Machu Picchu e Stonehenge, mas a Ilha de Páscoa é realmente um lugar excepcional. Ainda vou falar do comportamento dos animais da ilha, que para mim é uma das coisas mais surreais que já presenciei, mas outro é o Ahu Te Pito Kura ou o umbigo do mundo.

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Aparentemente, nada mais é que uma pedra redondinha à beira mar, localizada atrás de uma grande plataforma de moais derrubados. Mas isso só aparentemente. Ao tocar a pedra uma espécie de corrente elétrica passa pelo seu corpo! Dizem que é a energia vital do mundo, se é ou não confesso que não sei, mas com certeza há alguma coisa naquela pedra que não é normal!

AS PRAIAS

Sim, há praias nessa ilha! Duas paradisíacas para ser mais exata. A primeira é Ovahe, ele quase sempre está deserta porque não possui nenhuma estrutura e é preciso fazer uma pequena trilha para alcançá-la. Se você for preparado para isso, é um lugar ótimo para passar algumas horas.

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A principal praia é Anaketa, ela também é protegida por uma plataforma de moais. Conta com várias barraquinhas de comida e bebida bem ao estilo polinésio. Há também diversas mesas de piquenique dispostas entre um coqueiral ali plantado para dar um ar mais tropical ao local. A praia tem águas cristalinas e de temperatura agradável. Pena foi que nos dias que estivemos por lá uma frente fria passava pela ilha.

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OS ANIMAIS

Não há nenhum animal típico da ilha, todos foram trazidos pelo homem. Mas há milhares de animais soltos andando por todos os lados (mesmo nas áreas mais remotas!). Então, se estiver de carro, cuidado. São cachorros, cavalos e vacas. Eles estão sempre em bando e tem um comportamento muito estranho: sempre há um líder que coordena os movimentos. Por exemplo, se você cruzar com um bando não precisa fazer nada, é só esperar que o “líder” vai organizar o bando e abrir passagem para você.

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ONDE COMER

A comida é o item mais caro da ilha, mas há uma vantagem os restaurantes tem o preço bem parecido então não há muita diferença de preços entre o restaurante sofisticado à beira-mar e a comida caseira! Então, é só escolher pelo que se tem vontade!

A especialidade da ilha são os frutos do mar e pratos a base de peixe e, como estamos no Chile, os ceviches (fresquissimos!). Mas também há muito churrasco de carne de boi muito temperada e bem passada, servida com arroz e salada, principalmente na praia.

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Há também dois mercados na ilha com comida de todos os lugares do mundo, principalmente orientais. Alguns dias fizemos a opção de comprar comida e fazer em casa.

Só uma curiosidade: tudo na ilha vem de fora, então, frutas são inexistentes. Se você tem o habito de comer muita fruta, esqueça. Até os suco de polpa são difíceis de encontrar e quando encontrados, caríssimos!

Kaloa, no Hotel Hanga Roa, é o mais restaurante estrelado da ilha. Comida sofisticada e com um pôr-do-sol imperdível.

Lá Kaleta, também a beira-mar, com um ceviche imperdível.

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Agora o mais imperdível é a empanada da Tia Bertha! Para você ter idéia comi lá 4 vezes em 7 dias! A empanada é bem parecida com um pastel mas de massa mais grossa. Minha preferida é a de atum fresco. Simplesmente maravilhosa e gigante vale uma refeição!

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Vale experimentar a cerveja local. Está longe de ser a melhor que já provei, mas vale. No mercado você pode também comprar cervejas do Taiti e Havaí.

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Passeios na Ilha de Páscoa? Veja neste link os passeios disponíveis para fazer na Ilha de Páscoa e reserve o seu!