10 coisas que aprendemos após 5 anos morando fora do Brasil

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10 coisas que aprendemos após 5 anos morando fora do Brasil
Seguros Promo

Hoje é dia de celebrar! Completamos 5 anos morando fora do Brasil, com passagens pelos Estados Unidos e Inglaterra. Neste post super pessoal, compartilhamos um pouco das nossas aventuras ao longo desses últimos 5 anos.

E JÁ SÃO 5 ANOS MORANDO FORA DO BRASIL…

Ano passado publicamos um post detalhado contando um pouco da nossa história desde o dia que nos mudamos e tudo o que aconteceu ao longo deste tempo. Mudamos de cidade, país, nos tornamos veganos, celebramos 10 anos de casamento, e falamos sobre algumas curiosidades. 5 anos pode parecer pouca coisa, mas 5 anos repletos de mudanças em vários níveis da vida é um processo extremamente profundo e complexo.

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Em uma das festas da Universidade de Stanford, nosso primeiro lar fora do Brasil

O lado bom, é que essas mudanças nos trouxeram experiências incríveis, muitos desafios e uma visão nova do mundo. Em 5 anos, sentimos que evoluímos, aprendemos e fomos expostos a coisas novas em um grau muito elevado. Além disso, somamos às nossas vidas a nossa linda Luna, uma esperta cachorrinha resgatada de um matadouro de carne canina em Harbin, na China.

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Nós 3 rumo ao Lake Tahoe, na Califórnia

10 COISAS QUE APRENDEMOS APÓS 5 ANOS MORANDO FORA DO BRASIL

Antes de mais nada, vale dizer que o que falaremos aqui é super pessoal e descreve as NOSSAS experiências. Não adianta querer comparar a vida de fulano ou sicrano porque cada pessoa vive coisas diferentes, tem aspirações diferentes e história de vida diferentes. Aqui fizemos um resumo de 10 coisas que aprendemos após 5 anos morando fora do Brasil. Algumas delas, a adaptação foi quase instantânea, outras levamos tempo para nos acostumarmos. O importante é que nesse processo o sentimento que temos é que temos mudado, aprendido e evoluído muito.

Califórnia: O que fazer em San Francisco
Vista para a Ponte Golden Gate em foto de 2014

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1. FAÇA VOCÊ MESMO

A primeira coisa que aprendemos logo de cara é como fora do Brasil o “faça você mesmo” é algo muito comum. No Brasil estamos acostumados a ir ao posto de gasolina e ter um frentista para abastecer o carro, ou comprar um móvel em uma loja e alguém entregar e montar em casa, contratar alguém para pintar a casa ou fazer pequenos reparos, etc. Tudo isso é possível porque a mão de obra no Brasil é relativamente barata ao se comparar com outros países. Mas, quando você passa a morar o exterior, as coisas mudam.

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Tabuleiro de. xadrez gigantes na sede do Google, em Mountain View, Califórnia

É claro que se você tiver condições de pagar, não vai ter problemas e praticamente nada vai mudar. Mas, para quem é classe média, fica cada vez mais claro que você precisa economizar nas pequenas coisas. O lado bom disso é que você fica muito mais versátil e encara aquilo numa boa. Para nós isso foi bem tranquilo porque o Paulo já era acostumado a fazer todo tipo de reparo em casa mesmo antes, morando no Brasil. Eu, por exemplo, já tingia meu cabelo sozinha em casa e sempre me virei bastante com tudo.

2. A DIVERSIDADE É LINDA

Uma das coisas mais marcantes da época em que moramos em Londres foi a questão da diversidade. Costumávamos a usar o transporte público diariamente e nessas horas a possibilidade de olhar de maneira criteriosa ao nosso redor é algo bem bacana. Víamos pessoas muito diversas, tanto em questão de cor, raça, religião ou sexo. No Brasil, estávamos muito restritos à nossa “bolha”, que em grande parte, era formada de brancos, heterossexuais e cristãos. A oportunidade de conhecer pessoas de diferentes backgrounds nos proporciona a oportunidade de enxergar o mundo pelos olhos das outras pessoas, entender os motivos de elas pensarem ou agirem de determinada maneira. A gente não precisa concordar com tudo o que as pessoas que são diferentes de nós acreditam ou fazem, a gente só precisa respeitar. E esse processo fica muito mais fácil quando a gente convive, conhece e ouve o outro lado. A sociedade só tem a ganhar quando é formada por pessoas diferentes, convivendo pacificamente, e que são tratadas igualmente.

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Celebrando o Natal como residentes em Londres

3. O PALADAR MUDA

Logo que saímos do Brasil, tínhamos uma saudade enorme da comida brasileira. Quando a gente cresce saboreando os mesmos pratos e temperos, ficamos acostumados a achar que comida gostosa é aquela que conhecemos há anos. O fato de morarmos fora nos expôs a sabores que jamais imaginávamos e a descobrir que o que achamos gostoso no Brasil, é uma versão que foi feita para agradar o nosso paladar, mas não é a comida “original”. É fácil saírmos criticando que a comida de um determinado local é ruim porque não é igual no Brasil. Pois, pode ter certeza de quem está acostumado a comer aquele prato de uma maneira diferente pode detestar a versão brasileira.

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Aprendendo a saborear novos pratos sem medo de ser feliz!

Tivemos que abrir a cabeça e ir experimentando coisas novas, comendo pratos e ingredientes que jamais imaginávamos. Atualmente, alguns de nossos pratos favoritos nunca tinham sido provados por nós há 5 anos atrás! A comida brasileira, embora deliciosa, é baseada em pratos extremamente gordurosos e/ou repletos de açúcar. E a gente vai mudando e refinando o paladar ao longo do tempo, a medida que vai conhecendo outros sabores.

4. QUESTIONAR TUDO, INCLUSIVE TEMAS POLÊMICOS

Uma coisa importante é sermos convidados a questionar e procurar entender o outro lado. Algumas regras já são dadas pela sociedade e, por uma série de motivos (costumes, religião, “sempre foi assim”) a gente acaba “engolindo” e não questionando. Uma vez que você mora fora e começa a conhecer pessoas diferentes, sociedades diferentes e leis diferentes, começa a ficar com a pulga atrás da orelha e deixar o “todo mundo faz assim” de lado.

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Ano Novo em Aspen, no Colorado, estado americano em que a maconha é legalizada

Conhecer como os países considerados desenvolvidos encaram questões como aborto, descriminalização das drogas, porte de armas, crueldade animal só vai fazer com que nos tornemos mais bem informados e que possamos construir argumentos consistentes para defender aquilo que acreditamos (ou mudar de opinião quem sabe?). De novo, ninguém precisa concordar com isso ou aquilo, mas não é bacana entender porque as coisas são daquela maneira em determinado local? Quais foram os impactos de medidas que consideramos “erradas” que foram tomadas em alguns países que são mais desenvolvidos que o nosso? Questionar nos faz pensar e deixar os “achismos” de lado, procurando informações, dados e evidências sobre os assuntos.

5. “FLUENTE” É RELATIVO

Quem faz aqueles cursos de inglês no Brasil, pega o certificado e coloca no currículo que tem “inglês fluente”, meu amigo, tenho uma novidade para você: não, você não tem. Quando a gente faz uso diário de um determinado idioma por um longo período de tempo e em situações diversas, vem aquela sensação de que ainda temos muito o que aprender. Até hoje passamos por “saias justas” de não entender uma expressão ou uma palavra que dizem, ou procurar nas nossas cabeças como expressar algo em inglês e a palavra simplesmente nunca foi aprendida por nós. É uma sensação diária de que o aprendizado não tem fim e que sempre vamos passar por situações em que vamos ficar com cara de ponto de interrogação.

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Outono inglês em Cambridge, uma das cidades que aproveitamos para conhecer quando morávamos em Londres

Quer um exemplo? Consultas médicas. Nós não somos da área de saúde e, portanto, mesmo os termos em português são desconhecidos por nós. Comece a pensar como explicaria para um médico seus sintomas, dores, etc. Isso vale para qualquer assunto em que não temos domínio. Também se aplica para neologismos, expressões novas e, claro, o local onde você está. Quando mudamos para Londres tivemos que adequar o nosso vocabulário para palavras e pronúncias locais, porque muita gente não entendia nosso inglês americanizado.

6. VALORIZAR MAIS O “SER” DO QUE O “TER”

Até meados dos anos 1990, o Brasil passava por uma fase de escassez. Faltavam produtos eletrônicos, carros, e muitos itens que não eram de fácil acesso e/ou eram muito caros. Quando essa fase passou, acabamos entrando numa era de consumo desenfreado. Todo mundo que viveu essa época, inclusive nós, passou por uma fase de querer comprar o carro do ano, o melhor celular, roupas e sapatos da marca “X” ou “Y”. Infelizmente, ainda hoje, as pessoas estão muito preocupadas em TER coisas, mas pouco em SER uma versão melhor de si mesmas. Olhando para trás, enxergamos comportamentos fúteis que tivemos no passado, dos quais nos envergonhamos.

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Bem descabelada e não ligando a mínima em fazer a “foto perfeita” para o Instagram

Para dar um exemplo, uma coisa que me incomoda é o Brasil ser o país como o maior número de intervenções cirúrgicas estéticas do planeta! É uma preocupação tão grande com a “embalagem” e um descaso grande com coisas que realmente importam, em outras palavras, o “conteúdo”. Infelizmente, ainda é dado pouco valor para a educação e muito valor para parecer fisicamente perfeito (por mera questão estética e não por saúde). Morar fora nos deu a oportunidade de viajar e conhecer coisas diferentes por uma nova perspectiva. Falamos muito sobre isso no post “12 lições que aprendemos viajando“, quando passamos a perceber que precisamos de muito menos coisas do que imaginávamos. Isso vale tanto para o que colocamos dentro da mala quanto para o que precisamos para sermos felizes na vida.

7. RESPEITAR O ESPAÇO ALHEIO

Uma das coisas que mais nos chamou atenção nos estrangeiros foi a questão de respeito ao espaço alheio. Muitos brasileiros falam sobre a “frieza” dos gringos, mas não é como vejo. Eles, na verdade, são reservados e não frios. Eles mantêm um certo espaço não só físico (não sair abraçando e beijando desconhecidos) como sobre a vida particular. Em uma conversa com um estrangeiro, você não pode ser intrusivo, perguntar tudo e mais um pouco da vida dele, pois é deselegante. No Brasil, isso é mais comum, embora não deixe de ser desagradável, na minha opinião. Além disso, a maior parte dos gringos que conhecemos não fica expondo a vida diariamente nas redes sociais e são bem discretos. Participamos de encontros com vários amigos e não sentimos necessidade de ficar exibindo tudo para todo mundo descrevendo onde vamos, com quem vamos, porque vamos. Não é todo mundo que gosta de ver seu rosto sendo compartilhado no Facebook alheio, não é mesmo?

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As pessoas não são frias, só são reservadas e discretas

Nascimento de um bebê, por exemplo, é um acontecimento completamente diferente no exterior. Uma coisa inimaginável é visita em maternidade logo depois do nascimento de uma criança. A não ser que você seja membro próximo da família ou o melhor amigo dos pais, você nem ficará sabendo em qual hospital a mãe e o bebê estão. No Brasil, é considerada falta de consideração você não ir à maternidade visitar praticamente na hora em que a criança nasce. No exterior, somente as pessoas mais íntimas da família estarão presentes na ocasião. Conheço casos de mães que postaram nas redes sociais informando que o bebê nasceu mais de 15 dias depois! Isso é um exemplo de como os estrangeiros valorizam seu espaço e são mais discretos no que diz respeito à vida pessoal.

8. TODO LUGAR DO MUNDO TEM SEUS PROBLEMAS

O Brasil tem tantos problemas que estamos acostumados a achar que “a grama do vizinho é sempre mais verde”. Qualquer lugar do mundo tem seus problemas e é impossível encontrar um lugar 100% perfeito, sem nadinha de nada para melhorar. Morar tanto nos EUA quanto na Inglaterra nos proporcionou a oportunidade de comparar esses dois países com o Brasil. Infelizmente, muita gente tem uma visão irreal do exterior, achando que morar no local é semelhante a passar uns dias de férias fazendo compras e se divertindo.

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San Francisco é uma das cidades mais caras para morar nos Estados Unidos e com um número enorme de sem-tetos

Nós achamos um absurdo parte da população americana não ter acesso à saúde. Muitas pessoas saem do hospital com dívidas impagáveis, na casa das dezenas ou centenas de milhares de dólares. Uma outra coisa que ainda nos choca é a situação dos sem-teto em San Francisco e de muitas pessoas vivendo na miséria. São imagens chocantes para países desenvolvidos, dos quais se espera serem exemplos para os demais. Morando no local, a gente passa a perceber o lado negro de alguns lugares que pareciam ser incrivelmente perfeitos nos cartões postais.

9. RELEVAR COMENTÁRIOS DAQUELES QUE FICARAM

Esse ponto está em processo, já que é um exercício de paciência devido a cada bobagem que escutamos. Se tem uma coisa que a gente não suporta é ouvir coisas como “você não mora aqui, não sabe o que está falando”. Sério mesmo? Nascemos, fomos criados e passamos 90% de nossas vidas no Brasil vivenciando cada um dos problemas. E, agora, vem um engraçadinho dizer que não temos direito de opinar? Continuamos acompanhando os acontecimentos do país diariamente, lemos muito (fontes nacionais e internacionais), nos informamos, conversamos com muita gente. Se tem uma coisa que aprendemos morando no exterior foi conseguir analisar as situações fora do “calor da emoção” e de maneira pragmática, sem o componente passional que vejo em grande parte dos brasileiros.

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Paz e Amor para quem fica dizendo que não podemos opinar!

Quando vamos ao Brasil, é recorrente conversar com pessoas que estão bem menos informadas sobre acontecimentos econômicos e políticos que nós. Grande parte está acostumada a somente ler aquilo que convém e que reforça o que se acredita, sendo intolerante com pensamentos divergentes. Por outro lado, quem não teve a oportunidade de passar pela experiência de morar fora, “pinta” um cenário irrealista sobre a vida no exterior, como se vivêssemos em um local com céu de brigadeiro, unicórnios e fontes de chocolate jorrando em todas as praças. Nós sempre seremos vistos como estrangeiros! E ser estrangeiro é ser visto como um cidadão de segunda classe. Além disso, como falamos no item 8, problemas existem em todo lugar e quando você vive no lugar, os problemas também passam a ser seus.

10. SENTIR-SE EM CASA FORA DE CASA

Nosso lema é “a nossa casa é onde estivermos”. Tentamos levar a nossa vida assim, conscientes de tudo o que abrimos mão por morarmos fora. Ficamos longe da família, amigos, língua, eventos, aniversários, casamentos, nascimentos, e dos momentos de tristeza e de alegria daqueles que amamos. É o preço que pagamos. É por isso que sempre procuramos fazer de onde estamos o nosso lar, procurando nos sentir à vontade e descobrindo coisas que nos dão prazer em fazer no local.

Califórnia: O que fazer em San Francisco
Nós no Alamo Square Park, em San Francisco, com as Painted Ladies ao fundo

O lugar no mundo em que mais nos sentimos completos e com sentimento de “eu pertenço a este lugar” foi Londres. E olha que nos mudamos para lá logo depois do referendo do Brexit! O período em que moramos em Londres (quase 1 ano e meio) foi muito marcante para a gente. Confesso que, depois de ter vivido na cidade, toda vez que vejo uma imagem de Londres começo a chorar. Mas, é um choro de alegria de ter vivido em uma cidade que fez com que a gente se sentisse em casa e nos rendeu tantos momentos bacanas. Morar lá nos fez repensar em algumas coisas e analisar o que é importante para gente. Preferimos morar em uma casa pequenina, mas bem localizada, em uma cidade movimentada e com transporte público de qualidade. Sabe aquele sonho de morar em uma casa enorme com o carrão do ano na garagem? Não nos pertence.

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Em Londres nos sentimos em casa!

Atualmente, nos Estados Unidos, moramos numa cidade pacata, segura e temos Green Card, o que nos dá uma tranquilidade enorme. No entanto, o local que moramos, Vale do Silício, tem um custo de vida absurdamente alto, devido à presença de empresas de tecnologia. Sabemos que nossa passagem por aqui é temporária. Mas, uma coisa é certa: independente de onde a gente esteja, faremos de tudo para que o lugar também seja chamado de “lar”.

Passaram-se 5 anos, uma parcelinha pequena de nossas vidas, mas que valeram e muito por cada experiência vivida e aprendizado adquirido! E, um pouco mais calejados, estamos prontos para os desafios e aventuras que ainda estão por vir! 🙂


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